Tereza chega de surpresa e ele näo consegue esconder: estava chorando
É dia útil, mas Marcos está em casa, mais especificamente no quarto de Luciana. Está sentado vendo umas fotos e tem o pensamento longe. Desde o casamento que ele anda assim, meditativo, nostálgico, como se sofresse uma espécie de banzo. De repente, mãos femininas tampam seus olhos. Quem será? “Pensando o quê? Que não reconheço suas mãos?”, diz Marcos, adivinhando a dona das mãos. Tereza, então, se revela: “O perfume me denunciou”. Ele garante que não, mas não consegue esconder uma evidência: estava chorando!
Sim, Marcos estava chorando. Tereza pressiona e ele conta: “Acho que estou me sentindo muito sozinho”. Com o fim do seu casamento e, agora, com a lua-de-mel da filha, ele nunca se sentiu tão só. Tereza brinca: “Acho que você nunca dormiu sozinho, desde que nasceu”.
Aos poucos, na conversa, vamos conhecendo um lado de Marcos que não conhecíamos, um lado frágil, carente do velho lobo. Tereza ouve as queixas daquele homem, mas tem uma opinião: “Precisa ter o hábito de amar, Marcos... Talvez tenha amado pouco a quem te amou muito”.
Marcos faz uma pausa para assimilar o que ela diz. Depois, olha a ex-esposa concordando: “Acho que tranquei o coração e acabei magoando quem não podia”. Tereza tem razão. Marcos precisa de alguém que o ame e o perdoe na mesma proporção. Mas... Será que existe mulher assim?
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