Reynaldo Gianecchini chegou descontraído, de camiseta, jeans e tênis realizada no Espaço das Américas, na Barra Funda, em São Paulo. "É a primeira vez que venho a uma festa do VMB", disse o ator, que estava acompanhado de amigas.
Ele conta que não viu a premiação. "Acabei de chegar. Nunca assisto televisão, mas gosto muito da MTV", confessou.
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Reynaldo Gianecchini: "Nunca assisto televisão"
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
''Estou vivendo um sonho''
Um novo mundo está surgindo para a atriz Paloma Bernardi, 24 anos, desde que as gravações de Viver a Vida foram iniciadas. Isso porque, na pele de Mia, sua primeira personagem na TV Globo, ela está aprendendo a lidar com situações inéditas, como contracenar com ídolos da emissora - caso de Lília Cabral, 52, e José Mayer, 59 -, e o assédio dos fãs nas ruas. Mas isso não tem afetado Paloma. ''Não sou deslumbrada. Não vou mudar só porque estão me parando nas ruas'', afirmou ela.
Nesta entrevista, ela fala da paixão pela dramaturgia, de religião e relembra a infância. ''Foi ótimo fazer essas fotos em um haras. Esse lugar me faz lembrar parte da família de meu pai (Nestor Bernardi, 53), que é de Caxias do Sul. Eles sempre tiveram uma vida no campo.''
Família no palco
Com mãe bailarina e artista plástica (Dil Bernardi, 48) e uma irmã cantora e dançarina (Rayssa, 18), Paloma se apaixonou pela arte muito cedo. A infância ela passou fazendo desfiles e atuando em comerciais. Se arrependeu? ''Não! Eu sempre amei isso tudo. Sempre quis ser atriz e também dancei a vida inteira'', diz ela, que na novela vai mostrar seu suingue dançando salsa. A adolescência foi dedicada aos estudos, período em que fez vários cursos de teatro. Somente aos 18, ela passou a atuar em peças infantis na capital paulista. E, depois, em Os Mutantes - Caminhos do Coração, na Record, no ano passado, já morando no Rio. Escola de arte Paloma, sua mãe e sua irmã fundaram o Espaço Cultural AmArte, na zona norte de São Paulo. O espaço é o grande orgulho de Paloma. ''Lá pode-se estudar teatro, dança, música, artes plásticas... É um trabalho legal porque não é uma tradição investir em cultura naquela região. Já temos cerca de 100 alunos.''
Fé em Deus
No Rio, longe da família, ela tem cultivado cada vez mais sua fé em Deus. Frequenta igreja e reza bastante: ''Minha vida é uma constante oração'', afirma. Seu atual bom momento, ela credita a esse exercício da fé. ''Recebi várias negativas em testes. Chorava e sofria, mas seguia em frente'', lembra. Sobre seu maior temor na carreira - o de ter começado cedo e acabar esquecida -, ela disse já ter superado. ''Conheci meninas assim. Graças a Deus isso não aconteceu comigo.''
Espelho, espelho meu...
Bastaram alguns capítulos da novela no ar para a atriz ser alçada à condição de nova musa da TV. Afinal, Paloma exibe atributos bastante sedutores: cabelos cacheados castanhos, grandes olhos verdes, corpo em forma graças à dança (ela não faz academia), e 52 quilos distribuídos em 1,63 metro de altura. Cuidados estéticos? Alguns, claro: faz limpeza na pele do rosto todo mês e compra cremes e mais cremes para tratar dos volumosos cachos. ''Meu cabelo é uma juba! Uma manta, um cobertor mesmo'', brinca ela.
Príncipe encantado
Paloma é romântica. Solteira desde os 18, quando terminou um longo namoro, ela tem preferido se dedicar ao trabalho. ''Também não surgiu ninguém legal. É claro que existe apenas ficar com alguém, mas gosto mesmo é de namorar.'' A atriz se considera uma mulher tradicional, daquelas que sonham em casar de véu e grinalda e ser mãe. ''Quero o pacote completo'', afirmou.
''Se tão me chamando de galã é que tô bem, né''
De camisa aberta, dá para contar os gominhos do abdômen de Júlio Rocha. À primeira vista, ele impressiona pelo porte atlético. Mas o melhor é desvendá-lo aos poucos e ir além da aparência. Cafajeste sedutor da trama de Walcyr Carrasco, Caras & Bocas, seu primeiro vilão de fato, o ator se mostra, em conversa com CONTIGO!, um apaixonado pela família e pela namorada Josiane Chojnacki, com quem está há mais de um ano. Superfiel, segue o exemplo de amor que aprendeu com a família. ''É importante que o pai dê exemplo para os filhos. É o que vou fazer quando eu for pai'', revelou.Você faz 30 anos dia 22 de outubro. Acha que vai mudar algo com a saída dos 20?
Cara, eu to até me questionando se tenho algum tipo de problema, em nenhum momento passa pela minha cabeça alguma coisa relacionada com a idade, o fato de fazer 30 anos. Nunca liguei pra idade e essas coisas, enfim. É como se eu tivesse fazendo 15, 20 ou 25 anos. Me sinto jovem ainda, encaro numa boa os 30. Acho ruim quando alguém começa a pensar na idade, no fundo... é, de certa forma, um medo ou uma autoanálise que não tem nada a ver com idade. É muito superficial analisar apenas sobre o aspecto do número. Sou um cara que aprendeu desde cedo que não precisa estar velho pra morrer ou não é velho que se morre. Meu irmão, José Eduardo, faleceu aos 16.
Foi sobre o seu irmão que você conversou com o Raul Cortez, não foi?
Eu tava no processo de montagem da peça Nossa Vida, escrita pelo Oduvaldo Vianna Filho e havia uma cena muito forte que eu precisava levar os pais pro asilo. Eu tinha muita dificuldade de chorar. Contei a história do meu irmão, que eu perdi, para o Raul em uma conversa sobre memória emotiva. Falei que evitava ver foto dele porque me machucava muito. Ele me disse que eu estava inibindo as minhas emoções e que eu devia lembrar do meu irmão porque ele existiu e não havia como esquecer isso. Se eu tentasse apagá-lo da memória, eu seria um cara duro, sem emoção. Suas palavras me ajudaram tanto no lado profissional quanto no pessoal. Lembro dele ter falado pra eu desobstruir as minhas veias emotivas.
Como essa conversa mudou você?
Eu sempre gostei de atuar, comecei na sétima série, e todo mundo via o resultado positivo das apresentações e do meu desempenho porque eu realmente gostava muito daquilo que fazia. Tanto que, ao sair da escola, procurei o (Teatro Escola) Célia Helena para me profissionalizar. E essa conversa que tive com o Raul, essa passagem, me motivou mais ainda. Me mostrou a importância do meu trabalho. Assim como o processo me transformou, eu também queria transformar as pessoas. Sempre acontecem algumas coisas que me mostram que elas valem a pena e que é isso que eu quero ser para o resto da vida.
O que o seu irmão significa na sua vida?
O meu irmão foi um verdadeiro anjo, um verdadeiro herói na minha vida. Quando um casal tem problema, geralmente, ele se separa, e os meus pais se uniram ainda mais. Esse foi o primeiro ensinamento que o meu irmão me trouxe. Ele, mesmo doente (de distrofia muscular), era um cara que acordava sorrindo, era extremamente amoroso, não tinha rancor nem raiva de ninguém, mesmo ao passar por muito preconceito porque era deficiente físico. Ele foi uma pessoa que me ensinou muito.
Como você vê o seu momento atual?
Estou caminhando bem, num momento superfeliz. O Edgar (Caras & Bocas) é o primeiro vilão de fato que eu faço. É um papel que todo ator sonha em fazer pelo que ele oferece e exige do profissional. Eu já tive várias cenas muito legais, diversos momentos bacanas e venho tendo cada vez mais, me dedico bastante a ele e o retorno tem sido muito bom.
Na TV, os homens bonitos costumam ter sua beleza usada a próprio favor. O rótulo de sex simbol incomoda você?
Esses trabalhos que mostram o umbigo aparecem. Acabo fazendo por conta do fotógrafo, da proposta, enfim. Os trabalhos que surgem são consequência dos personagens. E, geralmente, os meus têm usado a sedução como arma. Edgard pega a Deborah Evelyn, vai ter um caso com a secretária... Esse tipo desperta a fantasia das mulheres e dos homens também, né. Não levanto e digo:''Nossa, Júlio, como você é bonito'' ou ''Nossa, Júlio, você é galã''. Eu penso na cena, no que o autor quer. Mas não acho ruim me chamarem de galã. Quero que alguém me diga por que é ruim ser galã. Se tão me chamando de galã é que tô bem, né.
E para ser galã, é preciso manter a boa forma...
Uma galera mais velha no camarim começa a sentir a idade. Eu juro que continuo igual. Se eu tiver que pular muro, vou pular muro. Gravei umas piruetas numa cena de briga com o Malvino. Tenho até feito o trabalho dos dublês. Mas como muito e o meu corpo já deu uma mudadinha. Tô evitando comer fritura, comer depois das 20h. Mas sinto uma dor no ombro, que acho que é dos 30. Não sei de onde vem essa dorzinha (risos).
Por que você não consegue sair em São Paulo?
Vivo no aeroporto e trabalho no Rio. Fico em casa em São Paulo e em hotel no Rio.
Você não se encantou pelo Rio?
Não é questão de me encantar, acho o Rio bem bacana. E comecei a fazer novela, começo, meio e fim com o meu papel em Duas Caras. Minha família, meus amigos e namorada ficam todos em São Paulo. No Rio, quando fui jantar com uma amiga, me pegaram. Fui à praia e colocaram até um vídeo no Youtube. Sair em São Paulo é um luxo, ninguém te enche o saco. E, para os fãs, eu paro a qualquer momento.
Você namora a Josiane há mais de um ano?
Sim, construo meu relacionamento como todos os outros. Na vida, você tem que ser honesto, fiel, companheiro, e assim como eu ajo com a minha família, ajo com a minha namorada e com meu trabalho. De maneira fervorosa e intensa. Eu sou intenso com o namoro, com os amigos, com tudo.
Você é feliz?
De verdade, eu sou feliz. Não tenho tendência nenhuma à depressão, a ficar chateado. Aprendi a prestar atenção ao que verdadeiramente importa na vida. Olha, a gente tem um jardim na frente de casa. O nosso vizinho está com um problema de saúde, sem poder andar, e esses dias ele falou pro meu pai: ‘Te vi cuidar das plantas, deu uma saudade’’. Pra mim, ele quis dizer: ‘‘Como eu era feliz e não sabia’’.
De onde vem tanta força?
Do meu pai, da minha família. Pra você ter uma ideia, o meu irmão foi a primeira criança da América Latina com distrofia muscular a andar. Pra isso acontecer, imagina a dedicação e a entrega da minha família pra que ele pudesse ter o melhor. E não falo de bens materiais, falo de amor mesmo. Meus pais, mesmo sabendo que a probabilidade de vida dele era curtíssima, o colocaram pra estudar inglês, desenhar. O meu irmão desenhava muito bem. Era fora do comum. Ele gostava de desenhar dinossauros. Meus pais foram exemplos de família, de seres humanos. Sempre levei minha carreira, não tinha patrocínio da minha última peça, montava e desmontava o cenário. Meu pai estudava, trabalhava e fazia artesanato, vendia brincos. Ele sempre foi um cara que fez de tudo para a família viver bem, é extremamente fiel. Bate no peito e diz: ‘‘Nunca traí sua mãe’’. Os valores da família vêm se perdendo com o tempo. É importante que o pai dê exemplo para os filhos. É o que eu vou fazer quando for pai.
Quais seus novos projetos?
Eu vou estrear nesse próximo semestre como autor. Escrevi uma comédia inspirada na Susan Boile. Chamei a Patrícia Vilela, uma atriz de Porto Alegre. No espetáculo, ela fará diversos personagens.
Demorou muito pra escrever?
Não foi muito demorado. Escrevi em uma semana.
Uma semana?
Deve estar bom, né (risos)? Dei para várias pessoas lerem, inclusive as do elenco. Todo mundo me deu uma baita força. A peça é extremamente moderna. Fala dos problemas que as mulheres enfrentam, satiriza o best-seller O Segredo.
Homenagens a famosos na TV e no cinema
Dalva de Oliveira e Herivelto Martins
Os cantores Dalva de Oliveira e Herivelto Martins movimentaram a música brasileira nas décadas de 30 e 40. Eles causaram a maior curiosidade nos fãs com a relação que misturava romance e trabalho, e acabou até em casamento e filhos. A história do casal vai ganhar as telas em janeiro de 2010, com uma microssérie de cinco capítulos na rede Globo, que começou a ser gravada neste mês. Fábio Assunção vive Herivelto, e Dalva é interpretada por Adriana Esteves.
Maysa
O título da minissérie Maysa - Quando Fala o Coração, exibida em janeiro de 2009 pela Globo, faz jus à vida da cantora Maysa. Passional, ela transparecia a incessante busca pelo amor em suas composições e interpretações. Na ficção, foi vivida por Larissa Maciel, e sua primeira grande paixão, o empresário André Matarazzo, por Eduardo Semerjian. Um de seus tortuosos casos amorosos, o compositor Ronaldo Bôscoli, teve interpretação de Mateus Solano, que hoje faz os gêmeos Jorge e Miguel em Viver a Vida. A direção ficou por conta de Jayme Monjardim, o filho da estrela.
Chiquinha Gonzaga
A vida da primeira compositora e maestrina do Brasil, que popularizou o samba ainda no século XIX, foi retratada na minissérie global que levava seu nome, em 1999. A primeira fase da produção, que mostrava Chiquinha ainda jovem, quando foi obrigada a se casar com um homem que não apoiava sua dedicação à música e largou o marido por seu ideais, teve Gabriela Duarte como protagonista. Já a segunda fase, com a musicista mais madura, foi estrelada pela mãe da atriz, Regina Duarte.
Johnny Cash e June Carter
O ídolo do rock e do folk Johnny Cash, falecido em 2003, foi homenageado dois anos após sua morte com o filme Johnny e June, que mostra o início de sua carreira e a relação amorosa com a cantora June Carter, que o ajudou a superar o vício em medicamentos. Ele foi interpretado por Joaquin Phoenix, o qual, além de ator, também é músico. Já o papel de June rendeu o Oscar de melhor atriz a Reese Whiterspoon.
Ray Charles
O cantor Ray Charles recebeu uma homenagem ainda em vida com o filme Ray, lançado em 2004, ano de seu falecimento. Ele já estava doente, lutando contra um câncer, durante as filmagens, mas conseguiu conferir a primeira edição da obra, antes da estreia oficial. A produção mostra as várias fases da vida do músico, desde quando ficou cego por conta de um glaucoma, aos 7 anos de idade, até as composições de seus grandes sucessos e o envolvimento com várias mulheres. Jamie Foxx, que estudou o comportamento de Ray, teve aulas de Braille e usou seu talento ao piano para tornar as cenas de shows e gravações ainda mais realistas, conquistou o Oscar de melhor ator com o papel.
Cazuza
Daniel de Oliveira emocionou o país ao viver Cazuza em 2004, no filme Cazuza - O Tempo Não Para. O ator adotou os trejeitos do cantor nos palcos e emagreceu mais de dez quilos ao interpretá-lo nos momentos finais de sua vida, quando assumiu publicamente que era portador do vírus HIV, no final da década de 80. A obra também retrata as alegrias de Cazuza no auge do sucesso, a amizade com os integrantes de sua banda Barão Vermelho e a cumplicidade com a mãe, Lucinha Araújo, interpretada por Marieta Severo.
Gabrielle ''Coco'' Chanel
A estilista, que revolucionou o mundo da moda ao aliar luxo e simplicidade, ganha dois filmes em 2009. O primeiro, Coco Antes de Chanel, traz Audrey Tatou no papel principal e mostra a juventude de Chanel, desde a vida no orfanato até a estreia como modista, antes da fama. Já Coco Chanel e Igor Stravinzky, estrelado por Anna Mouglalis, revela como o relacionamento com o compositor influenciou suas criações.
Zuzu Angel
Zuzu Angel já seria lembrada nos dias de hoje somente por seu legado como estilista, pois deu tempero brasileiro à moda e ainda influencia criações de profissionais como Ronaldo Fraga, que chegou a desenvolver uma coleção em sua homenagem em 2001. No entanto, seu maior exemplo foi o de mãe coragem, quando desafiou a ditadura militar para desvendar a morte do filho, Stuart, torturado e assassinado por agentes do Centro de Informações da Aeronáutica. A luta de Zuzu foi revivida por Patrícia Pillar no filme Zuzu Angel, de 2006.
Edith Piaf
Com quilos de maquiagem, Marion Cotillard ficou irreconhecível ao interpretar a cantora Edith Piaf, que se tornava grande com o talento musical, mas era franzina e tinha o corpo debilitado por várias doenças e pela miséria de sua juventude. A atriz teve ainda que mudar a postura e a entonação da voz, e adaptar-se às diversas fases da vida da estrela - da adolescência, cantando nas ruas, ao estrelato e à morte aos 47 anos, quando aparentava ser bem mais velha, justamente pela saúde fragilizada. Marion conquistou o Bafta e o Oscar de melhor atriz por sua atuação em Piaf - Um Hino Ao Amor.
Marilyn Monroe
O mito Marilyn Monroe não escapou de ter sua biografia mostrada na TV. Em 2001, a minissérie americana Blonde - A História de Marilyn Monroe, estrelada por Poppy Montgomery e baseada no livro de Joyce Carol Oates, mostrou um perfil pouco convencional da atriz e sex symbol. Revelou detalhes da infância da diva, ao lado de uma mãe irresponsável, até os romances malsucedidos e um breve casamento. No Brasil, a produção foi exibida em 2007 pelo canal a cabo GNT.
Don Juan, eu?
Na quinta novela de Manoel Carlos, Viver a Vida, e entre tantos outros bonitões no elenco, o sessentão José Mayer é novamente um galã conquistadorCom mais de trinta trabalhos na televisão e quarenta e dois anos só de carreira, José Mayer faz, em Viver a Vida, a sexta parceria com o autor Manoel Carlos (cinco novelas e uma minissérie) na TV. E, quem diria, prestes a completar 60 anos - ele nasceu em 3 de outubro de 1949 - o mineiro de Jaraguaçu ainda encarna um de seus papéis prediletos, o de galã do tipo conquistador. ''Para minha faixa etária eu estou bem. Acho que ainda dou um caldo. Talvez a hora de parar de ser o galã já se aproxime'', brincou.
Sua afinidade com o autor lhe rendeu o personagem cativo de companheiro das Helenas. A primeira Helena de Mayer foi Regina Duarte, na novela História de Amor (1995). Em 2000, ele foi o criador de cavalos Pedro, que teve um tórrido romance com outra Helena, dessa vez interpretada por Vera Fischer em Laços de Família. Após três anos, lá estava ele de novo. Em Mulheres Apaixonadas, o médico César foi casado com a Helena de Christiane Torloni. Em Páginas da Vida (2006), mais uma Helena em sua vida, e novamente Regina Duarte. Nessa trama, Greg fez jus à fama e pegou geral: Natália do Vale, Roberta Rodrigues e Danielle Wintis. Agora, a bola da vez é Taís Araújo.
Em Viver a Vida, Marcos se divorcia de Tereza (Lilia Cabral), casa-se com Helena e, nos capítulos futuros, vai pular a cerca com Dora (Giovanna Antonelli). ''Em Viver a Vida, Maneco e eu completaremos o milésimo capítulo, o que torna a marca interessantíssima.'' Quer mais? Leia abaixo as peripécias do ator durante sua trajetória.
O começo
José Mayer Drumond estudou Letras na Faculdade de Filosofia de Belo Horizonte, mas, em 1972 decidiu se dedicar exclusivamente ao teatro. Durante anos, foi produtor, diretor, ator e cenógrafo dos tablados. Em 1979, mudou-se para o Rio de Janeiro com dois filmes na bagagem: Mulher do Desejo e Enigma para Demônios, de Carlos Hugo Christensen. No mesmo ano foi contratado pela Globo, onde dublou o Burro Falante. Sua estreia nas telinhas aconteceu em 1980, no episódio O Foragido, de Carga Pesada. Daí em diante, mil portas se abririam. Ele participou de seriados, novelas e peças. Mas a primeira atuação de destaque na TV foi apenas em 1983, na minissérie Bandidos da Falange. Em seguida, ganhou o prêmio de ator revelação da APCA, pelo papel do galã Ulisses, em Guerra dos Sexos.
Um galã, muitas mulheres
Na trama A Gata Comeu (1985), Zé deu início à saga de galã com o personagem Edson. Sua primeira atuação ao lado de Christiane Torloni foi como Caio Vilhena, no remake de Selva de Pedra (1986). Outra que entrou para a galeria do ator foi Malu Mader, em Fera Radical (1988). A reputação de mulherengo viria logo em seguida, em 1989, quando deu vida a Osnar, na inesquecível Tieta. Na trama, o tipão do interior azarou Betty Faria e Simone Carvalho. Em 1990, fez parceria com Sílvia Pfeifer em Meu Bem, Meu Mal. Ava, personagem de Ângela Vieira em Meu Bem Querer (1998), também provou do veneno mineiro. Como Maria, Priscila Fantin caiu nas garras de José na novela de Benedito Ruy Barbosa, Esperança (2002). Em Senhora do Destino (2004), Gilberto Braga deu a Mayer duas bonitonas, Susana Vieira e Marília Gabriela. Em sua última novela antes de Viver a Vida, A Favorita (2008), João Emanuel Carneiro fez do ator um lunático, porém não lhe tirou o faro para as mulheres. Pegou Juliana Paes, Giulia Gam e Claudia Raia.
Manoel Carlos é um caso a parte na vida de Mayer. O autor tem sido generoso, pois além de todas as Helenas, lhe deu muitas outras mulheres: Carolina Ferraz (Paula), Lilia Cabral (Sheila) e Regina Duarte (Helena), ambas em História de Amor - 1995; Vera Fischer (Helena), Eliete Cigarini (Silvia) e Helena Ranaldi (Cínthia), em Laços de Família - 2000; Christiane Torloni (Helena), Carolina Kasting (Laura) e Camila Pitanga (Luciana), Mulheres Apaixonadas - 2003; Regina Duarte (Helena), Natália do Vale (Carmen), Roberta Rodrigues (Paula) e Danielle Winits (Sandra), Páginas da Vida - 2006; e Mel Lisboa (Presença de Anita - 2001). Quase aos sessenta anos, o bonitão acha que seu tempo está perto do fim: ''Ser galã tem prazo de validade e eu saberei quando isso deve chegar ao fim. Mas, por enquanto, tem funcionado.'' Apesar da fama de garanhão, Mayer é muito bem casado e não faz jus à fama. Há 30 anos, ele e a atriz Vera Fajardo vivem juntos e Júlia Fajardo, 25 anos, é a única filha do casal. A dica para um casamento duradouro? ''Se você não tiver um olhar que reinvente o cotidiano, então acabou.''
Fidelidade e sedução
Apesar de ser casado com uma jovem em Viver a Vida, a intérprete de Helena, Taís Araújo, tem apenas 30 anos, é nos cinemas que José Mayer se realiza. Em Divã, ele faz par romântico pela terceira vez com Lilia Cabral, que encena a quarentona Mercedes. Para provar que é das coroas que eles gostam mais: ''Mulheres de 40 são pessoas especiais. Têm mais coragem para enfrentar a realidade'', falou durante um papo com os outros galãs da história, Reynaldo Gianecchini e Cauã Reymond. Tratando-se de relacionamento e fidelidade, o ator dá o seu veredicto: ''A infidelidade é de uma relatividade absoluta.'' Entendeu?
Dedicação
O Pagador de Promessas, obra de Dias Gomes, virou minissérie em 1986, protagonizada por José Mayer. Levada ao ar apenas 1988, pela Globo, a obra mereceu atenção especial do ator. Para viver o personagem Zé do Burro, ele passou um mês no local das gravações, em Monte Santo, interior da Bahia, viveu num casebre, usou roupas simples e cuidou do burro com o qual contracenou. Por Zé do Burro, Mayer foi premiado pela APCA, como melhor ator de TV.
Em 1989, com Osnar em Tieta, o ator recebeu o Troféu Imprensa de melhor ator. No mesmo, ele levou o prêmio Mambembe de melhor ator, pela atuação teatral em Perversidade Sexual em Chicago, de David Mamet.
TELEVISÃO
2009 - Viver a Vida
2008 - A Favorita
2006 - Páginas da Vida
2004 - Senhora do Destino
2003 - Mulheres Apaixonadas
2002 - Esperança
2001 - Presença de Anita
2000 - Laços de Família
1998 - Meu Bem Querer
1997 - A Indomada
1996 - A Vida Como Ela É
1995 - História de Amor
1994 - Pátria Minha
1993 - Agosto
1992 - De Corpo e Alma
1990 - Meu Bem, Meu Mal
1989 - Tieta
1988 - Fera Radical
1988 - O Pagador de Promessas
1986 - Selva de Pedra
1986 - Hipertensão
1985 - A Gata Comeu
1984 - Partido Alto
1983 - Guerra dos Sexos
1983 - Bandidos da Falange
1981 - Sítio do Picapau Amarelo
1979 - Malu Mulher
CINEMA
2009 - Divã
2009 - Royal Flush
2001 - Bufo & Spallanzani
1998 - Ação Entre Amigos
1994 - Mil e Uma
1993 - Capitalismo Selvagem
1992 - Perfume de Gardênia
1991 - Esta Não É a Sua Vida (curta-metragem)
1987 - A Dama do Cine Shanghai
1984 - Nunca Fomos Tão Felizes
1983 - Idolatrada
1978 - O Bandido Antonio Do
1975 - A Mulher do Desejo
1975 - Enigma para Demônios
TEATRO
2007 - Um Boêmio no Céu
2004 - Medéia
1999 - Closer
1996 - No Verão de 1996...
1993 - A Obscena Senhora D.
1989 - Perversidade Sexual em Chicago
1984 - A Irresistível Aventura
1983 - Rei Lear
1983 - Quem Governa o Rei
1982 - Por uma Fresta de Sol
1982 - Eu Posso?
1981 - Bent
Música, televisão e, agora, cinema!
Esqueça a roqueira tímida e até mesmo recatada que participou do reality show da Record A Fazenda. Se no programa a cantora Danni Carlos, 34 anos, surpreendeu ao demonstrar que tinha pudores em circular pela casa de biquíni, só tomava banho coberta por uma capa de chuva e ainda fazia o papel de ponderada na relação com os demais integrantes do retiro, no cinema ela é o oposto. ''Em A Fazenda, era eu mesma. Aí, ficava com vergonha. Mas quando é para ser outra pessoa, tenho a sensação de que estou protegida. Atuando, topo fazer qualquer coisa!'', explica. No longa Quanto Dura o Amor?, do cineasta Roberto Moreira, Danni vive Justine, uma cantora bissexual viciada em drogas e álcool. ''Eu me entreguei nas mãos do diretor'', revela a artista, novata na área. ''Estudei teatro, mas não tenho experiência. Até então só havia feito pequenas personagens. Mas me diziam que eu faria bem o papel, então topei.''
Fora das telas
Basta entrar no apartamento de Danni, na Gávea, Rio de Janeiro, para perceber sua paixão pelo universo do teatro e do cinema. Cercada por objetos quase cenográficos - incluindo uma coleção de ventiladores antigos, todos funcionando, e estátuas de Buda de diferentes tamanhos -, ela logo avisa: ''Roupa para mim é figurino. Tanto que a Justine usa várias peças minhas''. Atualmente, Danni se dedica a um novo CD, ainda sem título. Ela quer gravar as músicas que compôs durante seu confinamento no programa da TV Record, mas não esconde seu desejo de continuar atuando. ''Fui mordida pelo bichinho do cinema'', exalta. ''Já fiz algumas participações na TV, mas cinema é realmente incrível. Quero fazer muito mais!''
Adeus à autora dos jovens
O ator Bruno Mazzeo, 32, que fez parte do elenco da novela exibida no ano passado pela Globo, chegou muito emocionado. Com um longo abraço, cumprimentou o irmão da autora, Guilherme Maltaroli. ''Passado o incomensurável baque, enxugo as lágrimas para, ainda temeroso de que a ficha não tenha caído, desejar que ela siga em paz. Nesses pouco mais de dez anos de amizade, nunca presenciei um momento em que Andrea não tivesse uma palavra de carinho, um gesto de gentileza e elegância, uma mostra de generosidade e solidariedade, um humor rápido e sagaz escondido dentro daquela timidez'', escreveu em seu blog Bruno. Na história, escrita por Andrea, ele interpretava o personagem José Henrique.
Homenagem
Também do elenco de Beleza Pura, Maria Clara Gueiros, 44, e Leopoldo Pacheco, 49, que formavam o casal Suzy e Raul, foram prestar sua última homenagem à autora no velório. Formada em história e comunicação social, ela entrou na Globo em 1994 e, antes de escrever Beleza Pura, foi a responsável pelo lançamento da novela jovem Malhação, junto ao autor Emanuel Jacobina. Andrea também escreveu para outros programas humorísticos, como Escolinha do Professor Raimundo, A Turma do Didi, Chico Total e Zorra Total.
Paternidade questionada na justiça
O jogador Ronaldo, 33 anos, deve apresentar, na sexta-feira (2/10), a defesa da acusação de reconhecimento de paternidade em que foi envolvido na semana passada. A acusação partiu de Michele Umezu, 27 anos, que diz ter tido um caso com o atacante do Corinthians em 2004, em Tóquio, no Japão, durante uma turnê do Real Madrid. Da aventura, Michele teria engravidado do suposto filho de Ronaldo, hoje com 4 anos.A defesa, segundo o advogado do craque, Amir Achcar Bocayuva Cunha, 36, alega que o jogador não tem lembrança nenhuma de Michele. ''Ronaldo não se lembra dessa moça e não reconhece a paternidade dessa criança. Ele não está se negando a cumprir com suas responsabilidades, só quer fazer valer seu direito de cidadão de se defender'', explicou Amir. Se as alegações de Ronaldo não forem consideradas suficientes pelo juiz, será exigido o exame de DNA. ''Quando se recusa a fazer o teste, a Justiça entende que o filho é do acusado'', esclarece a advogada de Michele, Cely McNaughton, 57 anos.
Michele, que hoje mora em Cingapura, não quis falar sobre o assunto. Uma amiga dela, Helena, 36, que morava no Japão no período em que Michele engravidou, contou a história à CONTIGO!. ''Na época da Copa de 2002, todos os brasileiros comemoravam juntos as vitórias do Brasil. Um dia, os jogadores foram a uma festa e ela conheceu Ronaldo. Eles conversaram, trocaram e-mails, mas não tiveram nada'', adiantou. ''Em 2004, eles se reencontraram e ela engravidou.'' Helena disse que, na semana seguinte ao encontro com Ronaldo, Michele reatou com o namorado, um americano, e pouco tempo depois descobriu que estava grávida. ''Ela achou que era do namorado. Quando o menino fez 8 meses, começaram a notar as semelhanças com o Ronaldo. O bebê tem olhos levemente puxados, mas cabelo enrolado e dentes separados'', listou. O americano pediu o exame de DNA, feito em duas clínicas diferentes, e constatou que não era filho dele. Mesmo assim, o casal continuou junto por mais dois anos.
Troca de e-mails
Em 2008, já separada do namorado, a brasileira decidiu que o filho tinha direito a um pai. ''Ela trocou e-mails com Ronaldo, contou tudo para ele e mandou fotos do filho. Ele chegou a concordar em fazer o DNA, mas deve ter desistido'', disse Helena. O advogado de defesa do craque confirmou que Michele procurou o jogador e enviou alguns e-mails nos últimos 12 meses. ''Ela dizia que queria falar com ele, mas Ronaldo respondeu que não se lembrava dela. Outros e-mails foram ignorados'', revelou.
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